Então, sou um jovem mineirinho de 18 anos.  Sonhador, músico, apaixonado. Já fiz cagadas na vida, já odiei muitas pessoas, já amei muitas pessoas. Uma delas me marcou. E pensando nela que escreví a maioria dos meus poemas. Na aula, a maioria do tempo, que não estava desenhando, estava pensando na próxima crônica.

Agora que saí da escola, entrei na faculdade. E a facul trouxe muitas coisas. Eu me mudei de estado. Deixei meus amigos, meus amores, pessoas importantes (ou não) para trás. E comecei uma nova vida. Um lugar estranho, diferente, onde as pessoas são frias.

Aquele amor que me fez chorar, me fez escrever, que me fez pensar de um jeito diferente, já não existe mais. Outros vieram, e do mesmo jeito, intensos. Mas, como sempre, se foram. Felizes são os que acreditam em coisas eternas. Eu já fui. Não mais sou.

Meus poemas vem do nada. Vem tão rápido como se vão.

Tudo que penso escrevo. Nem tudo que eu escrevo eu penso. Decifre e divirta-se.

I think of few heroic actions, which cannot be traced to the artistical impulse.

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