A todo instante estamos fazendo escolhas. Querendo ou não, estamos.

Haa, e não se esqueça, não escolher já é uma escolha.

Então, o que aconteceu foi o seguinte: uma escolha foi feita. Depois mudaram as opções, a escolha foi refeita, mas continuou na mesma. Um tempo, não muito longo, outra incógnita surgiu e a escolha teve outro desvio, mas desta vez para o lado oposto.

Fiquei sem intender, de princípio. Agora já desistí de entender.

Então cheguei a uma conclusão:  devemos procurar ser conscientes das escolhas que fizemos e estamos fazendo, pois é esta consciência que nos permite assumir a responsabilidade pelos nossos atos e, conseqüentemente, continuar com o que estamos fazendo ou então mudar. É conveniente ter presente que algumas escolhas deram certo em determinados contextos, mas que se adotadas em outros podem ser profundamente negativas.

Queria uma coisa, mas não dependia somente da minha escolha. Dependia da escolha de outra pessoa. Foi como jogar uma moeda no fundo do mar e tentar adivinhar se saiu cara ou coroa.

Mas a minha escolha foi certa. Ou pelo menos me parteceu plausível, sustentável.

Tenho consciência de que tudo que obtemos da vida são frutos de nossas escolhas. Mas não só das nossas…

Bernardo Mendes

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