Para os que não perceberam ainda, o futuro começou ontem!

Sim, parece estranho. Anteontem, falávamos de ontem como se fosse amanhã. Falávamos ontem que hoje era o futuro. E hoje falamos que o amanhã é o futuro.

O futuro é inatingível!

Difícil de se entender, não?

Penso, comigo mesmo (compartilhar pensamentos é difícil em cidade de ‘cabeças fechadas’), o que eu faço para meu futuro?

Logo percebo que a pergunta é muito abstrata. E a resposta é mais abstrata ainda.

Vivo o hoje como hoje. O amanhã é somente o amanhã. O passado é o único estático da história, ele sempre será passado.

Olha pra trás e vejo os erros que cometí. Hoje não mais os cometos.

MENTIRA! Cometo sim, muitos deles!

Afinal, alguns erros valem a pena serem recometidos [?]!

Mas aí eu retorno a pergunta principal: o que eu faço para meu futuro?

A resposta mais concreta, reta, direta, seria: vivo.

Deu na mesma!

Aii! Bosta!Ψ

A única coisa que faço para meu futuro é viver!

Como já dizia algum filósofo de botiquim, melhor viver do que morrer!

Amém!

Enquanto não morro, vou vivendo. Sem pensar muito no amanhã, mas pensando. Não pensando muito no passado, mas aprendendo com ele.

Um dia todos morrem, óbviamente. Mas nem todos vivem.

Bernardo Mendes

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