Por cada ser amaldioçoado com auto-conciência, permanece uma questão sem resposta: Quem sou eu?
Lutamos para encontrar ligações viáveis entre nós. Somos o amigo que se preoculpa. O pai amoroso. A mãe coruja, o filho protegido.
Lutamos e amamos, na esperança que de alguma forma, juntos, possamos entender a nossa relevância no universo. Mas no final, ninguém pode partilhar nosso fardo.
Cada um de nós, sozinho, terá que responder a pergunta.
Quem sou eu?
O que significa estar vivo?
E na vasta infinindade, qual a minha importância?

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